O marketing de influência ganha força num país que já tem mais influenciadores digitais do que dentistas — mas as grandes empresas de comunicação seguem concentradas no Sudeste, o que distorce a forma como as marcas veem e dialogam com grande parte da população. Para entender os desafios e vantagens de quem produz conteúdo nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, esta edição mergulha no chamado Brasil Profundo, conversando com creators e estudiosos.
Mais influenciadores digitais do que dentistas.
O que você verá nesta edição
A transformação da internet
Os processos de digitalização e dataficação criando uma sociedade de plataformas.
A ascensão dos influenciadores digitais
O avanço da internet no Brasil e o crescimento do número de influenciadores.
Diversidade cultural e invisibilidade
A riqueza da diversidade cultural brasileira e a ausência de influenciadores plurais.
Influenciadores ao redor do Brasil
Conheça alguns criadores de conteúdo fora do Sudeste e que exaltam suas raízes.
O Brasil Profundo
Uma nova proposta.
Aprendizados e recados para as marcas
Quebrando o ciclo vicioso.
Principais aprendizados
O Brasil Profundo não é um local ou região; é uma expressão que pode fazer as pessoas se sentirem excluídas ou tratadas como exóticas. Apesar de culturalmente diverso, o Brasil é um só.
Por vivenciarem aquela realidade, os criadores de conteúdo podem servir de guias para a construção da marca naquela região, pois entendem as plataformas e conteúdos preferidos do público local.
Os influenciadores enxergam seu trabalho como forma de trazer visibilidade às regiões em que vivem e não querem ser tratados como profissionais secundários.
Para os creators, a profissionalização é essencial: mais do que comprar equipamentos, ela passa por entender processos e ter um CNPJ ativo.
A centralização da Creator Economy no Sudeste cria um ciclo vicioso — pouco investimento gera poucos talentos — que só se quebra com investimento, gerando desenvolvimento e descoberta de novos creators.




