Como manter clientes ativos e engajados? À medida que os negócios passam a ser orientados a dados, gastar menos convertendo mais virou meta de quase toda campanha. A concepção e integração a comunidades phygitais é um caminho historicamente bem-sucedido para nutrir conversas relevantes e facilitar transações futuras. A sétima edição do Jaé desvenda essas relações a partir de casos reais e não óbvios.
Na cultura digital, o que um sujeito comum fala sobre uma marca tem muito mais potência do que a marca falar sobre si.
O que você verá nesta edição
Desvendando as comunidades
Formação, desafios e oportunidades no gerenciamento de comunidades de marca.
O lugar das subculturas
Crescimento de marca a partir do entrelaçamento a subculturas, como Harley-Davidson e GoPro.
Caminhos colaborativos
O desenvolvimento de novos espaços e práticas comunitárias, do Discord ao LEGO Ideas.
Os Cat Cafés e a Confraria das Pretas
Dois casos reais e não óbvios de comunidades phygitais brasileiras.
A era dos laços pontuais
Espírito comunitário a partir de interesses especializados num mundo efêmero.
Aprendizados para as marcas
Inspirações imediatas para investir em comunidades de marca.
Principais aprendizados
A criação e o fomento estruturado de comunidades são investimentos históricos úteis, usados por grandes marcas para fidelizar públicos estratégicos e gerar crescimento sustentável.
Diferentes objetivos indicam diferentes esforços comunitários — as possibilidades variam segundo a maturidade da marca, os objetivos de marketing e os públicos de relacionamento.
Se a transformação digital facilitou a criação de comunidades, hoje elas são cada vez mais híbridas: mesclam físico e digital para ampliar a efetividade e aprofundar conexões.
Destrinchar os laços pontuais dos seus públicos pode ser um esforço altamente útil na produção de conteúdos e ativações engajadoras.
Uma marca pode tanto liderar a criação de uma comunidade (caso dos Cat Cafés) quanto apoiar uma comunidade já relevante (caso da Confraria das Pretas).




